Bilionários russos ampliam fortuna e atingem recorde de riqueza

Bilionários russos registram alta de 11% e acumulam recorde de US$ 696,5 bilhões em patrimônio, mesmo sob sanções econômicas e conflitos globais.
Praça Vermelha em Moscou, centro financeiro e político da Rússia. Praça Vermelha em Moscou, centro financeiro e político da Rússia.
Bilionários russos ampliam fortuna e atingem recorde de riqueza em destaque no AEconomia.news.

Os bilionários russos registraram um aumento de 11% em seu patrimônio acumulado, alcançando o montante recorde de US$ 696,5 bilhões no último ano. O crescimento ocorre mesmo diante do cenário de guerra na Ucrânia e da imposição de sanções econômicas severas por parte de potências ocidentais, conforme dados divulgados pela Forbes Russia.

Origem da riqueza e concentração

A expansão da fortuna dos magnatas está diretamente atrelada às vastas reservas de recursos naturais que a Rússia exporta. As interrupções nas cadeias de suprimentos globais e a consequente valorização das commodities impulsionaram os ganhos desses empresários, mantendo a estabilidade dos nomes que ocupam o topo da lista de maiores fortunas do país.

Principais nomes do ranking

O levantamento aponta Alexei Mordashov, da Severgroup, como o indivíduo mais rico da Rússia, com um patrimônio avaliado em US$ 37 bilhões, um incremento de US$ 8,4 bilhões em relação ao período anterior. Na sequência, aparecem nomes como Vladimir Potanin (US$ 29,7 bilhões), Vagit Alekperov (US$ 29,5 bilhões) e Leonid Mikhelson (US$ 28,3 bilhões).

Praça Vermelha em Moscou, centro financeiro e político da Rússia.
Vista da Praça Vermelha em Moscou, centro financeiro e político da Rússia.

Comparativo global

Embora tenham consolidado suas fortunas após o colapso da União Soviética, os bilionários russos possuem hoje patrimônios inferiores aos dos magnatas do setor de tecnologia dos Estados Unidos. O empresário Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX, lidera o ranking global com uma fortuna estimada em US$ 839 bilhões, evidenciando a disparidade entre os mercados de commodities e o setor de inovação tecnológica.

Fonte: G1

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