O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto, assumiu o cargo de governador do estado em meio a uma greve deflagrada pelo funcionalismo. A paralisação, iniciada pela Uerj, se estendeu ao Detran e à rede estadual de educação, com ameaça de inclusão dos policiais penais.
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A interinidade de Couto no comando do governo estadual, que deve durar pelo menos seis meses, tem alimentado expectativas de uma reestruturação administrativa e possíveis mudanças no quadro de servidores.
A greve geral do funcionalismo público do Rio de Janeiro, que começou na última sexta-feira (11), já afeta diversos setores do estado. A Uerj foi a primeira a aderir, seguida pelo Detran e pela rede estadual de educação. A categoria dos policiais penais também sinalizou que pode entrar em greve nos próximos dias.
A situação de instabilidade política e administrativa no Rio de Janeiro tem gerado preocupação entre os servidores públicos, que cobram soluções para as demandas da categoria. A expectativa é que a gestão interina de Ricardo Couto promova uma faxina no governo e resolva os impasses.
Fonte: Globo