Ações do setor elétrico, fundos imobiliários (FIIs) com problemas de inadimplência e o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) por bancos foram os temas de maior interesse para os leitores na última semana. A análise sobre qual seria a melhor elétrica da bolsa, com potencial de retorno em dividendos de até 24%, segundo o Santander, liderou a lista das matérias mais lidas.






Setor elétrico atrai investidores por dividendos
O setor elétrico tem sido um foco constante para investidores, especialmente aqueles que buscam rendimentos em dividendos. Diante da alta nos preços da energia, o Santander revisou suas teses para as geradoras, destacando a Axia Energia como favorita. A companhia tem atraído atenção após superar diversos obstáculos, incluindo questões com o Governo Federal.
Fundo imobiliário enfrenta inadimplência e atraso em aluguéis
Um fundo imobiliário específico, o Vinci Imóveis Urbanos (VIUR11), reportou inadimplência no pagamento de aluguel referente a um contrato de locação. O fundo acumula atrasos no recebimento, impactando seus rendimentos.
Bradesco anuncia pagamento de JCP intermediário
O Bradesco aprovou o pagamento de R$ 3 bilhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP) intermediários. O valor corresponde a R$ 0,2703 por ação ordinária e R$ 0,2973 por ação preferencial. Acionistas com posições até 6 de abril de 2026 terão direito aos proventos, com as ações passando a ser negociadas ex-direito a partir de 7 de abril.
Etanol e biodiesel: Especialista defende aumento da mistura nos combustíveis
Em meio às tensões geopolíticas e à alta do petróleo Brent, Plinio Nastari, presidente da Datagro, defende a elevação imediata da mistura de etanol anidro na gasolina para 32% (E32) e de biodiesel no diesel para 17% (B17). Nastari argumenta que o Brasil possui capacidade ociosa na produção de biodiesel e ainda importa volumes significativos de diesel e gasolina.
Fundo imobiliário de renda segue recomendado por corretora
A XP Investimentos reiterou a recomendação de compra para o fundo imobiliário Kinea Rendimentos (KNCR11). Apesar de negociar ligeiramente acima do valor patrimonial, o fundo é considerado atrativo devido ao carrego elevado e ao perfil defensivo de seu portfólio.
Fonte: Moneytimes