ANP habilita cinco empresas para subvenção ao diesel; gigantes ficam fora

ANP habilita cinco empresas para programa de subvenção ao diesel na primeira fase. Gigantes do setor de distribuição não aderiram.
xr:d:DAFfzb8JVnE:4896,j:6341481788380209229,t:23122614

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) habilitou cinco empresas para a primeira fase do programa de subvenção econômica à comercialização de diesel, proposto pelo governo federal. O prazo de adesão se encerrou na última segunda-feira (31) sem a manifestação das principais distribuidoras de combustíveis do país, como Ipiranga, Raízen e Vibra.

ebc
ebc
ebc
ebc
juros futuros 220x118
juros futuros 220×118
prio 220x118
prio 220×118
jorge pinheiro ceo da hapvida 1 220x118
jorge pinheiro ceo da hapvida 1 220×118
mrv mrve3 bb 220x118
mrv mrve3 bb 220×118

Segundo a agência reguladora, os termos de adesão apresentados pela Petrobras e pelas companhias Sea Trading Comercial, Midas Distribuidora de Combustíveis, Refinaria de Mataripe e Sul Plata Trading não apresentaram pendências.

A Petrobras se identificou tanto como produtora quanto como importadora, e caberá à diretoria da ANP decidir a possibilidade de efetivar ambas as habilitações ou promover a classificação adequada.

Em nota, a ANP informou que outras empresas, não identificadas, já entregaram a documentação necessária para participarem da segunda fase de habilitações, cujo prazo de inscrição vai até o dia 30 de abril.

A iniciativa do governo federal busca impedir a alta do preço do diesel e o consequente impacto inflacionário da escalada internacional dos custos dos combustíveis, decorrente da guerra no Oriente Médio.

Entre as medidas anunciadas estão a subvenção econômica à comercialização de óleo diesel de uso rodoviário por produtores, importadores e distribuidores de todo o território brasileiro.

O pacote também prevê a redução temporária de PIS/Cofins sobre o diesel, com o objetivo de diminuir o custo do combustível no mercado interno.

Segundo o Ministério da Fazenda, até o último dia 31, mais de 80% dos estados brasileiros já tinham indicado aderir à proposta, abrindo mão de cobrar o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação do combustível.

Ontem (2), o vice-presidente Geraldo Alckmin informou que Rio de Janeiro e Rondônia ainda não aderiram à proposta.

Fonte: Moneytimes

Adicionar um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Imagens e vídeos são de seus respectivos autores.
Uso apenas editorial e jornalístico, sem representar opinião do site.

Precisa ajustar crédito ou solicitar remoção? Clique aqui.

Publicidade